26 February 2006

musicar

Será que possoouvirumdisco ? Claro que pode!
As coisa boas não acabam, podemos continuar optimistas, andam é por vezes escondidas, mas bem guardadas. Vá lá e arrisque a escuta.

esperança

A dor do desapareciemnto de um filho, não pode ter palavras, mas esperança, ou seja, ser optimista de que esse filho desaparecido um dia voltará são e salvo. Fui buscar, e vi a ideia no blog Letras e Garfos do apenas conhecido Orlando, mas uma optima ideia que merece divulgação. Sejamos optimismas e desejemos que os sites como este que aqui referimos deixem de ter razão para existir. O site oficial: Projecto Esperança

24 February 2006

radios online

Para quem gosta do som da rádio e da magia que esta ainda lhe transmite e ainda por cima gosta deste tipo de sons, duas novas rádios que podem ser ouvidas online, e que claro aqui o optimista de serviço recomenda. Radar e Oxigénio. Isto claro está, para quem não mora na zona de Lisboa...ou mora, mas gosta de ouvir rádio do computador.

21 February 2006

Tostas & Circo

O bom da história é que não se apaga. Ou não se sabe, ou se esquece, não se pode é apagá-la, mesmo que haja visões tão dispares quanto possível de um mesmo acontecimento.
Lembremos Roma e todo o seu esplendor, lembremos o Império que conquistou, lembremos que Roma ainda existe, mas sem imprério. O imprério ruiu, outros se seguiram, e como os acontecimentos humanos tendem a tornar-se similares, outros impérios caírão. O optimismo é o do bárbaro que olha o imrio de longe e vaticina a sua queda. Por vezes é bom lembrar a história para que possamos continua a ser optimistas no presente, porque o futuro é já amanhã.

19 February 2006

WebQuest

Ora aqui vai mais uma ideia a desenvolver principalmente por docentes, mas também por quem achar que as WebQuest lhe possam servir. É o adimirável mundo novo ao nosso alcance.

Lá longe...


Sempre há uma luz no fundo do túnel
e é um comboio em nossa direcção

18 February 2006

Uma questão de limpeza

Andamos todos cheios de verdades que nos enchem a boca e mentiras que nos atrofiam o pensamento...
Por isso proponho o sabão.
O bom do sabão não mata, lava o rio e até lava a rata. Melhor produto que este não há.

17 February 2006

Optipia

Poderá o optimismo ser uma utopia? Ou apenas uma questão de miopia? Penso que é preciso abandonar as utopias e dedicarmo-nos à realidade, e com ela ser optimistas. As utopias, como se depreende são utópicas. Não quer isto dizer que não se possam almejar alcançar, mas de utópicas que são, serão sempre inalcançáveis. É preciso ser realista, e ter o optimismo suficiente para poder mudar as coisas. Acho importante a separação entre a utopia e optimismo. Não é o sonho que comanda a vida, ao contrário do que diz a canção, mas é a acção que a comanda e dirige. Os sonhos são isso mesmo, sonhos, e a realidade necessita de ser construída não sonhada. Podemos sonhar tudo e realizar nada. Podemos desejar habitar a tal ilha da utopia, mas que importa isso ao fim do dia ou da vida, se nunca tivermos posto em prática nenhuma acção digna de nota. É preciso deixar de sonhar e passar a agir. Não é no sonho que nos realizamos, é no acreditar que o sonho pode ser verdade e logo deixará de ser sonho. Até posso sonhar que me vou casar com Keira, mas, não passará de um sonho ou uma utopia… mais que isso... era Jesus Cristo que não conste que tinha biblioteca - lembrei de Pessoa, nem sei porquê, ou talvez saiba. Projectos para o futuro: deixar de sonhar e passar a realizar. Os sonhos são bons para à noite não dormirmos sozinhos... tenho dito, mesmo não sabendo muito bem o "Q"…

14 February 2006

cito...

403 O mais grave no nosso tempo não é não termos respostas para o que perguntamos - é não termos já mesmo perguntas.

artuga

Alguém português, na arte que merece ser visto, nestes tempos de arte caricatural.

cito...nestes tempos estranhos

Na realidade não estou interessado em coisa alguma; sim, porém, em viver.

13 February 2006

A arte do reino da Dinamarca

Ora finalmente, o reino da Dinamarca, passou a ter arte para além de uma miserável citação num dos textos mais importante do teatro ocidental. Não fossem os cartoons da discórdia, a paisagem artística Dinamarquesa seria uma planicie alentejana de pasto ralo, onde até os ruminantes emigrariam para paisagens mais verdejantes.

Finalmente um artista, desse reino, correu mundo, dividiu as opiniões...como aliás acontece com todas as obras primas de referência.

Dizem alguns criticos do estado da arte, que a obra colocou em causa a liberdade de impresa. Obviamente que não, o que foi posto em causa pela arte escândinávia foi a tolerância religiosa e a paz. Duas coisas estremamente positivas.

Já não havia paciência para estas religiões de um só Deus, monogâmicas, outras poligâmicas (mas também em sociedades cheias de gaijas feias e todas tapadas, impossibilitanto totalmente a livre e sagrada escolha. Cruel...podes ter muitas mulheres, todas feias, e descobrir uma decente, só com a visão raio x) e como senão bastasse cheias de valores dogmatismos e puritismos, que nem ao Diabo lembra quanto mais a um Deus. Nada como o mundo pagão, com bacantes e javalis em cima da mesa à boa maneira bárbara.
A paz, era uma seca, quem é que aguenta, o tédio de uma vida politicamente correcta, sem as bacuradas do Santana, e os reality shows em clara decadência. Já para não falar que ir para casa às 9 da noite sem recolher obrigatório é realmente embaraçante para toda uma geração que se diz cibernética e speedáda.

A arte, é revolucionária e tinha que ser um pintor de cartoons a dar o primeiro passo...o segundo vem ai....a invasão do Irão, seguida de mais uma guerrinha de bombas inteligentes.

Mais positivo que isto não há. A arte comanda a vida...a vida mundial.

12 February 2006

cito...

Não estou precupado com o que é melhor para mim; estou preocupado com o que é melhor para ti; afinal, com o que me dará paz.

é a vida

Morreu hoje, 12 de Fevereiro de 2006, o pintor Álvaro Lapa. É a vida como ela é.
Sendo optimista... foi-se o homem, fica a obra, talvez assim passe a ser mais conhecido, porque valia, e vale a pena ver o seu trabalho. Adeus Álvaro, e obrigado pelo bocados de prazer que nos deixaste.

biofuturo

Há gente em Cantanhede a desenvolver um projecto biológico com futuro. Julguem por vocês.

cito...

Acompanhando Gide, faço votos por que a loucura me inspire e a razão me exprima.

cultivar

Caros e inumeros leitores. Se me retirar por alguns dias deste espaço, deve-se ao facto de estar a Agostinhar.
A todos desejo uma jornada optimisma, ou não fosse este o tal sítio.

Criatividade policial

Há casos que, apesar do travo pessimista, me deixam optimista. Este caso ter-se-á passado assim nos corredores de um poder policial.

Na sequência do aumento dos relatos - na comunicação social - da sensação de insegurança criada por elementos alegadamente alcoolizados, em espaços públicos onde tipicamente se aglomeram indivíduos sem ocupação fixa, a polícia decidiu limitar o consumo de álcool nesses espaços. Nesses? Quais?

Face a esse regulamento policial, os funcionários interrogavam-se como implementá-lo sem parecer estar a limitar a liberdade de um grupo específico de cidadãos, coisa inconstitucional.

Os funcionários identificaram estes espaços como áreas nas imediações de supermercados, onde esses indivíduos têm por hábito comprar as bebidas a um preço muito conveniente. Disse um dos funcionários, Mas proibir o consumo nas imediações de todos os supermercados seria uma generalização desnecessária.
Todos concordaram que seria aliás injusta para aquelas áreas nas quais estes elementos sem ocupação fixa não estão presentes, apesar da residência flexível de muitos deles (um funcionário registou uma nota para si mesmo, Descobrir porque não vão eles para essas áreas).
Temiam os funcionários que a escolha de locais específicos e a necessária campanha de informação local gerasse controvérsia e indignação nas vizinhanças afectadas.

Suspeita-se que muitas reuniões e muito café se gastaram tentando chegar a uma solução. Finalmente, um dia um iluminado sugeriu, E porque não pôr um sinal nos espaços problemáticos? Olharam uns para os outros, Um sinal? Um sinal de trânsito?
Realmente, nunca ninguém se manifesta contra um sinal de trânsito. O máximo que se atinge são umas cartas de alguém que costumava estacionar onde, de um dia para o outro, se tornara proibido.
A incongruência de um sinal de trânsito a proibir o consumo de álcool aos peões escapou a estes criativos funcionários policiais. Ou talvez tenham medido a incongruência contra as vantagens e eficiência da solução.

A originalidade destes funcionários entusiasma-me. Submetendo-se ao ridículo, enveredam por soluções inovadoras e inesperadas para resolver problemas impostos por regulamentos idiotas. Fossem os regulamentos positivos e inspiradores e não haveria limites ao que estes funcionários poderiam alcançar.

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Depois de vários relatos - na comunicação social - da sensação de insegurança criada pelo consumo de cannabis (elementos cannabilizados), em certos espaços públicos, a polícia decidiu limitar o consumo de cannabis nesses espaços. Nesses? Quais?

De Inovação em inovação, os funcionários policiais, talvez insatisfeitos com a estética da solução anterior, promoveram um concurso para o desenho do novo sinal de trânsito.
O sinal vencedor foi imediatamente colocado em certo espaço público conhecido pela aglomeração de jovens. Infelizmente foi roubado nessa mesma noite. Os funcionários suspeitaram, ao início, que este sinal de trânsito afinal não passaria sem grandes ondas de protesto. Mas, enganavam-se.
Os funcionários, vítimas do seu próprio sucesso, receberam no dia seguinte centenas de encomendas do sinal. Vendo aí uma oportunidade económica, o sinal está agora disponível para compra pela quantia de 90€.

Como sempre se prova, quando a visão e a inovação conceptual se alia a aposta na criatividade da materialização formal o sucesso mediático e comercial é imediato.

continua do outro lado

10 February 2006

boa acção

Elas vêm aí... e eu estou optimista.

Distâncias

Meio mundo não entende o outro meio e há o resto que nem sabe que estes dois existem.
Por isso, hoje continuo optimisma, de que a distância entre os 3 deixe de ser o perímetro do triângulo e passe a ser o baricentro. Deu-me para ser místico... sinal dos tempos...ou falta deles.

09 February 2006

Alimentária

Haja fome, porque comida não nos falta...

08 February 2006

55m

Criar empresas em 55 minutos, dizem, já é possível em Portugal. Agora só falta mesmo criar empresários em 55 dias para que o país se empreenda. Haja esperança porque só optimismo não chega...

Faz falta

Não chove! Falta-nos água e não basta ser optimista. É preciso ser optimisticamente realista. Para além da poupança de água que urge fazer que mais se pode empreender? Aceitamos sugestões construtivas. Ideias que possam minimizar este flagelo que nos tem vindo a afectar e que tão pouco nos parece preocupar. Eu sei que é muito pouco, mas já só lavo o carro quando chove, ou seja, ultimamente de 3 em 3 meses e como ele está sujo... No autoclismo tenho uma garrafa de 1,5 litros que poupa na descarga. Faço o mínimo de máquinas de roupa por mês e sempre cheia. Eu sei que não é fácil, mas estou optimista que nos próximos tempos chova, e chova o suficiente para abastecer esta nossa sede e varrer pela sarjeta alguma desta poeira que impede o país de se desarrolhar (fica mais bonito em espanhol).
Senhor São Pedro se está por aí diga qualquer coisa.

Optimismo

Amanhã arranjo tempo para escrever.

07 February 2006

A saber

Ora aí está um site a visitar para quem gostar de, e se, educar.

Fácil é...

Facilmente dizemos mal. Com facilidade encontramos os defeitos. Dizer bem, elogiar, custa mais. Daí, tão difícil tarefa esta, que é dizer bem e ser optimista. Não se pretende aqui apresentar queixas, porque não seriam permitidas, mas apenas constatar um facto. Optimista não é ser irrealista, nem idealista. É preciso coragem e conteúdo para dizer bem. Ver nas coisas o seu valor. Ter coragem de mostrar coisas boas, assumir o risco do elogio. Vem isto a propósito do que a seguir me proponho comentar pela superfície. A EDUCAÇÃO! Ai, lá vai cair o Carmo e a Trindade. Ou melhor, só a Trindade pois o Carmo há muito caiu. NÃO HÁ OUTRA SOLUÇÃO PARA A EDUCAÇÃO senão ser OPTIMISTA. Que PROFESSOR poderá desempenhar o seu papel seriamente se não acreditar que os alunos que tem pela frente podem ser melhores do que aquilo que são. Um professor é antes de mais um optimista. Acredita que pode mudar o destino e a maneira de ver o mundo das pessoas que tem pela frente. Crianças, adolescentes, jovens adultos. Neles, o professor terá que depositar a sua esperança e o seu optimismo, para que aquela massa pensante que tem pela frente possa e consiga alcançar algo mais para lá do seu limitado horizonte. Mal está o ensino se os professores deixarem de ser optimistas, se deixarem de acreditar que a geração que os segue será melhor que a deles. Cabe a nós, pedagogos, e afins, criar essa onda de optimismo para que consigamos uma geração critica e com valores. Uma geração que acredite e lute por aquilo em que acredita. Cabe aos professores, profissionais ou não, esse papel, de acreditar que a próxima geração pode melhorar o presente, senão não valerá a pena lutar. O fácil é difícil de fazer, e o bom será sempre inimigo do óptimo. Tão fácil de perceber, que até uma criança é capaz de entender.

05 February 2006

03 February 2006

Uma medida optimista

Proponho a abolição de uma palavra do vocabulário da mentalidade portuguesa, o se. Penso que é graças a esta conjunção que o país se impede a si próprio de desenvolver e melhorar. Penso que o uso que lhe é dado não serve de facto um propósito de tornar este recanto, até bonito e ameno, melhor, pois escudamo-nos no e se… Pois se eu fosse outro e não este, não estaria aqui a tecer considerações vagas de cariz filosófico, sociológico e psicológico. Quando usamos o se estamos a condicionar a realização de algo, estamos a por numa dimensão que sabemos ser mais fácil de aceitar se não se concretizar. Exemplifico; se trabalhássemos mais e fossemos mais responsáveis o país podia ser melhor. Pois, mas isso era se, porque a frase devia ser mudada para; temos que trabalhar mais e ser mais responsáveis. O se remete-nos para uma condição que não nos responsabiliza, logo longe e cómoda. Devemos abolir o se para que possamos usar o é, ou o vai ser e não o será se. Do mesmo modo que se as galinhas tivessem dentes mastigavam o milho e Chiclet´s, mas isso torná-las-ia outro ser que não galinhas. Por isso, sendo alguns de nós Portugueses, não podemos pretender deixar de o ser, e temos que abandonar o pensamento do se. O se, mais do que dar esperança, mata, aniquila o empreendorismo. Temos, é certo, que ponderar sempre as consequências que poderá ter uma nossa acção, mas que essa ponderação e projecção para um futuro que sempre sabemos incerto, não prejudiquem a nossa capacidade de acção. O se não é uma acção, ele é algo que poderá ser, logo, um não ser. Se queremos uma sociedade melhor e mais participativa com a consequente responsabilização de todos, então proponho que se passe a eliminar dos discursos a conjunção se. Porque se eu não tivesse escrito este texto, vocês não o teriam lido.

02 February 2006

O rico optimista

Este senhor que hoje aqui descrevo é somente o mais rico do mundo. Mas de que riqueza falamos? Dinheiro claro está. Ele não é rico, é podre de rico, mais, já se desintegrou de rico e passou a estar noutra dimensão da existência humana. A da riqueza suprema. Mas o mais engraçado é que no fundo, bem lá no fundo ele é humano, o que faz dele um homem, normal. Mas se ele é hoje rico, o mais, deve-se penso eu, e se a história for bem contada, a ser optimista, ou melhor, na altura certa teve ideias suficientes e acreditar nelas (ser optimista) para as levar em frente. E olha, não é que agora vivemos sobre a sua sombra. Engraçado, de facto uma boa ideia, seguida de um optimismo persistente pode mesmo mudar o mundo, e até a nossa maneira de pensar. O homem lá teve uma ideia optimista, na altura tão optimista que parecia idealista, ou “utopista”, mas ele, algures acreditou nela, na ideia e olha foi o que deu. Claro está que para se ser optimista não é preciso ser-se parvo, o que ele não era, por isso assim fez. Mãos á obra. E depois claro está já todos sabemos. 9 em cada 10 dos que lêem este texto estão dependentes dele, ou melhor do conceito que alargou, ou seja democratizou. É a velha questão da democracia, que corre o risco de se tornar, no caso deste senhor um Império, com imperador e tudo. De facto só mesmo alguém poderia chegar onde ele chegou acreditando e sendo optimista. E mais, nem sei se ele é boa pessoa ou não, mas apesar de tudo lá vai dando uma pipa de massa para desenvolver projectos ligados é melhoria das condições de saúde de mais de 2/3 do mundo. Será que é pouco? É sempre pouco, mas é mais do que alguns estados com mais responsabilidade. E no futuro só resta uma esperança e ser optimista, de forma que ele não resolva de repente mudar as regras do jogo e tornar a nossa dependência um inferno na terra. O senhor que falo e que esteve por aqui neste burgo pequeno é o Bill Gates.
E mais não digo, porque já deve haver aí muita gente invejosa a dizer mal dele e a invejar o seu poder. A inveja é uma coisa muito feia, principalmente se não tivermos unhas para tocar a guitarra que invejamos.

O optimismo dos especialistas

channel4.com - News - special report: Channel crash: «(...)There's concern the vessel could sink and leak its entire cargo of ten-thousand tonnes of phosphoric acid into the sea - although it's believed the chemical doesn't pose a serious pollution threat.(...)»
Com tanto pessimismo acerca do meio ambiente, é bom saber que ainda há grandes desastres ecologicamente inofensivos. A haver acidentes que sejam com este.

01 February 2006

Para o ano há mais

Hoje foi o nosso último jogo no campeonato de futebol entre os escritórios cá do burgo.
Este ano o balanço é de um jogo ganho e não sei quantos perdidos. É mais um ganho que nos dois anos anteriores.
É um resultado que muito nos orgulha e nos permite encarar com optimismo o campeonato do próximo ano.

As grandes lições de optimismo da minha vida foram -me dadas pelo convívio diário com vários sportinguistas.