
Vivemos num mundo cada vez mais feito de imagens. A música agora tem toda telediscos. A comida nunca esteve tão bonita. Os perfumes são guardados dentro de obras de arte do design. A pele veste roupa para ser vista. Como verá um cego isto tudo? Mesmo dita assim a frase parece fazer sentido. Precisamos, mais do que ver, voltar a ver, ver outra vez de novo, como lembrava tão bem
Borges. Melhor que ler é reler.
1 Comments:
E depois de reler, meditar no que se leu, divagar sobre o assunto. Há quem me diga que emperro no assunto. Há, inclusivé, quem faça referências até no meu próprio blog :)
Há ainda quem diga que penso demais. Há quem se aborreça com isso.
A solução para cortar as imagens e rever (pelo menos para mim) é o retiro individual, seja num escritório em frente ao computador, com a página do processador de texto aberto (a gruta e o deserto não estão muito à mão).
Só após a reflexão pode haver o diálogo.
Este é só o meu ponto de vista (antes que alguém se zangue por aqui...)
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